CONTRATO DE TRABALHO E O ACÚMULO DE FUNÇÃO DO MOTORISTA DE TRANSPORTE COLETIVO

Autores

  • RODRIGO FERREIRA FORTE

Resumo

O presente artigo possui como objeto realizar uma análise sobre o acúmulo de função do motorista de transporte coletivo na cidade de Aracaju, capital de Sergipe. O estudo se justifica na necessidade de exprimir a ilegalidade e reações expressivamente negativas do acúmulo de função da classe trabalhadora descrita e, para isso, foram interpostos como objetivos específicos: demonstrar o valor social da legislação trabalhista; realizar análise contratual em relação ao acúmulo de função pelo motorista; aludir sobre os impactos negativos do acúmulo para o motorista e sociedade. Para a construção do estudo, foi utilizada a pesquisa qualitativa descritiva, enquadrando como estudo de caso, e método hipotético-dedutivo. Assim, o referencial teórico foi fundamentado com base em doutrina, instrumentos bibliográficos, jurisprudência e notícias de portais midiáticos. Em sede de considerações finais, foi possível a compreensão que o município de Aracaju vetou o acúmulo de funções do motorista do transporte de coletivo, contudo, o fundamento não se deu em razão da ausência de complementariedade da função de cobrador, mas sim como forma de mitigação ao alastramento da pandemia COVID-19, sendo um ato correlacionado ao princípio da prevenção.

Biografia do Autor

RODRIGO FERREIRA FORTE

Graduado em Direito. Procurador municipal. Pós-graduado em Direito do Trabalho e em Direito Público.

Publicado

2024-01-24

Como Citar

FERREIRA FORTE, R. (2024). CONTRATO DE TRABALHO E O ACÚMULO DE FUNÇÃO DO MOTORISTA DE TRANSPORTE COLETIVO. REVISTA JURÍDICA - DIREITO, JUSTIÇA, FRATERNIDADE & SOCIEDADE, 1(1), 22–37. Recuperado de https://revista.sentencadozero.com/index.php/rjsdz/article/view/409